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sexta-feira, 17 abril, 2026
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Polícia Civil realiza operação contra organização criminosa especializada no furto de petróleo bruto

Por Alexandre Gomes

Dois criminosos foram capturados; agentes cumprem mandados de prisão e busca e apreensão no Estado de Minas Gerais

O Governo do Estado, por meio da Polícia Civil, realiza a “Operação Infractio” contra uma organização criminosa especializada no furto de petróleo bruto, semana passada. A ação é da Delegacia de Defesa dos Serviços Delegados (DDSD) em conjunto com o Ministério Público. Os agentes cumprem mandados de prisão preventiva e de busca e apreensão contra os líderes e integrantes do grupo no Estado de Minas Gerais. Até o momento, dois criminosos foram presos. As investigações tiveram início depois de uma tentativa de subtração de petróleo bruto, na região de Rio das Flores, em agosto do ano passado.

  • Furtar petróleo é um crime grave e causa prejuízo financeiro para as empresas e para o governo, além do risco ambiental de vazamento. Vamos continuar trabalhando para combater a prática desses crimes de acordo com a lei. A atuação da Polícia Civil, em conjunto com o Ministério Público, colabora para o êxito da operação – destaca o governador Cláudio Castro.

Segundo as investigações, os criminosos atuavam de forma estruturada e persistente ao longo dos últimos anos, mesmo após terem sido alvos de diversas operações policiais. Técnicos identificaram movimentações suspeitas e localizaram um túnel escavado com aproximadamente sete metros de extensão, projetado para acessar clandestinamente a tubulação e viabilizar o furto.

A rápida ação integrada entre o setor de segurança da empresa e a DDSD impediu a consumação do crime e evitou um potencial desastre ambiental, já que a perfuração ocorria nas imediações do Rio Paraíba do Sul, responsável pelo abastecimento de milhões de pessoas em três estados da federação.

O inquérito revelou o alto grau de sofisticação da organização criminosa, que utilizava veículos alugados por terceiros, contas bancárias de interpostas pessoas e comunicações criptografadas, com o objetivo de dificultar a identificação dos verdadeiros responsáveis. A atuação coordenada entre a Polícia Civil e o MP foi determinante para o robusto conjunto de provas reunido, que evidenciou o papel de liderança exercido pelos líderes, que mantinham atuação contínua no planejamento, financiamento e execução das empreitadas ilícitas.

Além deles, outros integrantes da organização criminosa estão na mira desta ação. Eles foram identificados ao longo das investigações e atuavam de forma estruturada no suporte logístico à prática dos crimes, especialmente no pagamento de despesas e ocultação da identidade dos mandantes.

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