A ministra da Igualdade Racial, Anielle Franco, tornou-se alvo de zombarias nas redes sociais após declarar a existência de uma nova forma de racismo no Brasil, denominada por ela como racismo ambiental.
Ao abordar os impactos das chuvas nos municípios do Rio de Janeiro, a ministra, ligada ao governo de Lula, afirmou que as tragédias ambientais resultam do “racismo ambiental e climático”.
“Estou acompanhando os efeitos da chuva de ontem nos municípios do Rio e o estado de alerta com as iminentes tragédias, fruto também dos efeitos do racismo ambiental e climático. Algumas prefeituras do estado já estão mobilizadas.”, declarou Anielle no X/Twitter.
A ministra não esclareceu o conceito por ela introduzido, que propõe uma nova categorização para o racismo. Sua afirmação gerou comentários zombeteiros nas redes sociais.
Esta não é a primeira vez que Anielle comete gafes ao tentar criar narrativas sobre discriminação racial. No ano passado, ela alegou que o termo “buraco negro”, utilizado na ciência para descrever uma região do espaço sem partículas ou radiação eletromagnética, é uma expressão racista.
“Por exemplo, denegrir é uma palavra que o movimento negro e as pessoas que têm letramento racial não usam, de forma nenhuma. Ou, por exemplo, saímos desse buraco negro, a gente escuta muito isso.”, afirmou durante o programa Bom dia Ministro do governo Federal.