O deputado federal licenciado Eduardo Bolsonaro (PL-SP) protocolou um ofício à Presidência da Câmara solicitando autorização para exercer suas funções parlamentares diretamente dos Estados Unidos.
Na justificativa, divulgada em suas redes sociais, Eduardo alegou perseguição política e afirmou que o Brasil vive uma “crise institucional” mais grave que a pandemia de covid-19, período em que a Câmara permitiu o funcionamento remoto.
“As condições atuais são muito mais graves do que as vividas naquele período”, escreveu. “O risco de perseguição política a um parlamentar brasileiro hoje é incomparavelmente maior do que o risco de adoecer gravemente durante a pandemia.”
Exílio e acusações de chantagem
O parlamentar está fora do Brasil desde 27 de fevereiro. Inicialmente, pediu licença de quatro meses, encerrada em julho. Desde então, acumula faltas. Ele relatou ter viajado com uma “pequena mala” em caráter privado, mas decidiu permanecer nos EUA por considerar estar em risco.
No documento enviado ao presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), Eduardo disse que o país vive um “regime de exceção” e acusou um ministro do Supremo Tribunal Federal — sem citar nomes — de instaurar “terror e chantagem” contra opositores.
Pedido à Câmara
Eduardo pediu que a Casa adote medidas técnicas e jurídicas para que possa participar remotamente, evitando que sua ausência seja interpretada como abandono de mandato.
“A Câmara dos Deputados não pode se tornar cúmplice de um regime ditatorial já sancionado internacionalmente por graves violações de direitos humanos”, afirmou.
Contexto
Eduardo e seu pai, o ex-presidente Jair Bolsonaro, foram indiciados pela Polícia Federal em 20 de agosto, acusados de coação em investigação sobre suposta tentativa de golpe de Estado. Segundo a PF, o deputado atuou nos EUA para pressionar autoridades brasileiras e buscar apoio internacional contra decisões do Judiciário.
Quer que eu prepare também uma versão reduzida, estilo nota rápida para redes sociais, só com o essencial?
Eduardo Bolsonaro pede para exercer mandato dos EUA
O deputado federal licenciado Eduardo Bolsonaro (PL-SP) protocolou um ofício à Presidência da Câmara solicitando autorização para exercer suas funções parlamentares diretamente dos Estados Unidos.
Na justificativa, divulgada em suas redes sociais, Eduardo alegou perseguição política e afirmou que o Brasil vive uma “crise institucional” mais grave que a pandemia de covid-19, período em que a Câmara permitiu o funcionamento remoto.
“As condições atuais são muito mais graves do que as vividas naquele período”, escreveu. “O risco de perseguição política a um parlamentar brasileiro hoje é incomparavelmente maior do que o risco de adoecer gravemente durante a pandemia.”
Exílio e acusações de chantagem
O parlamentar está fora do Brasil desde 27 de fevereiro. Inicialmente, pediu licença de quatro meses, encerrada em julho. Desde então, acumula faltas. Ele relatou ter viajado com uma “pequena mala” em caráter privado, mas decidiu permanecer nos EUA por considerar estar em risco.
No documento enviado ao presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), Eduardo disse que o país vive um “regime de exceção” e acusou um ministro do Supremo Tribunal Federal — sem citar nomes — de instaurar “terror e chantagem” contra opositores.
Pedido à Câmara
Eduardo pediu que a Casa adote medidas técnicas e jurídicas para que possa participar remotamente, evitando que sua ausência seja interpretada como abandono de mandato.
“A Câmara dos Deputados não pode se tornar cúmplice de um regime ditatorial já sancionado internacionalmente por graves violações de direitos humanos”, afirmou.
Contexto
Eduardo e seu pai, o ex-presidente Jair Bolsonaro, foram indiciados pela Polícia Federal em 20 de agosto, acusados de coação em investigação sobre suposta tentativa de golpe de Estado. Segundo a PF, o deputado atuou nos EUA para pressionar autoridades brasileiras e buscar apoio internacional contra decisões do Judiciário.