Com mais de 50% de desaprovação, rombo fiscal bilionário, estatais no vermelho e dívida em disparada, Lula encerra 2025 fragilizado, enquanto Jair Bolsonaro mantém liderança e Flávio Bolsonaro surge como nome sólido para 2026
O governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) entra em 2026 sob forte desgaste político e econômico, enfrentando uma rejeição sustentada pela maioria dos brasileiros, problemas fiscais sem precedentes e uma série de crises que revelam fragilidades profundas na administração petista.
Pesquisa recente do Paraná Pesquisas divulgada nesta semana mostra que 50,9% dos entrevistados desaprovam a gestão Lula, percentual que se mantém acima da aprovação e evidencia um clima persistente de insatisfação popular. Enquanto a aprovação da administração oscilou para baixo, indo de 45,9% em novembro para 45,6% agora, a reprovação segue firme como maioria da população, um indicador claro de que o discurso oficial não tem se traduzido em resultados concretos para o cidadão comum.
Esse desgaste político ocorre em meio a um cenário econômico igualmente preocupante. Dados compilados por veículos especializados revelam que a dívida bruta do setor público ultrapassou 79% do PIB em 2025, atingindo um recorde histórico de mais de R$ 10 trilhões, um fardo que pesa diretamente sobre as finanças públicas e limita investimentos em áreas essenciais como segurança, educação e infraestrutura.
Além disso, as estatais federais sob controle do governo acumulam déficits crescentes, com prejuízos recordes que devem atingir os maiores valores da série histórica caso o quadro não seja revertido.
Levantamentos independentes também mostram que as contas públicas caminham para o maior déficit nominal desde o lançamento do Plano Real, resultado de gastos descontrolados e expansão sem contrapartidas claras.
Governo Lula sob o peso de escândalos e conflitos
O desgaste não se limita à economia. A gestão petista enfrenta ainda um ambiente político marcado por escândalos e investigações corpo a corpo com o Congresso e órgãos fiscalizadores.
Apesar de tentativas de minimizar os problemas, a percepção de que a atual administração devolve ao país mais incertezas do que soluções tem se espalhado entre diferentes segmentos da sociedade.
Casos de corrupção antigos e novos continuam a pautar discussões públicas e reforçam a imagem de um governo que não conseguiu se desvincular de episódios controversos do passado.
A diferença com o legado Bolsonaro
Em contraste, a liderança de Jair Bolsonaro segue sendo lembrada por grande parte da população como um período de ordem institucional, defesa da lei e combate à violência, valores que continuam a ressoar fortemente no eleitorado conservador e independente.
A rejeição atual ao governo Lula acaba por reforçar a memória de um período em que, mesmo diante de desafios como a pandemia e tensões políticas, o Brasil respondeu com solidez institucional e foco no crescimento econômico.
Neste novo cenário político, emerge com força renovada o nome de Flávio Bolsonaro, que se consolidou como a principal alternativa republicana e conservadora para liderar o país em 2026. Com discurso claro sobre segurança, responsabilidade fiscal e diálogo com diferentes setores, Flávio tem conquistado apoios relevantes e ampliado sua base de apoio em todo o país, reunindo empresários, líderes regionais e eleitores desiludidos com o atual governo.
Com o respaldo ofcial do ex-presidente Jair Bolsonaro, referência e liderança que inspira a Direita brasileira, Flávio Bolsonaro combina tradição política com visão moderna, apontando caminhos para retomar crescimento, reduzir ineficiências do Estado e recuperar a confiança popular que hoje falta ao governo petista.
A voz da população
O quadro de desaprovação divulgado pelo Paraná Pesquisas conclui um ciclo de críticas e ressalta que a população não enxerga avanços consistentes diante das dificuldades enfrentadas. A manutenção de mais de 50% de rejeição indica que a gestão Lula não só perdeu apoio, como também falhou em construir uma narrativa de recuperação nacional.
Com a economia em alerta máximo, a dívida pública em níveis recordes e uma aprovação aquém do meio da população, o cenário político se cristaliza: Lula termina sua gestão fragilizado, enquanto a candidatura conservadora representada por Jair e Flávio Bolsonaro ganha intensidade e apoio popular, abrindo espaço para uma disputa eleitoral altamente competitiva em 2026.