Deputado aponta “perseguição” e defende anistia completa para os envolvidos nos atos de 8 de janeiro
O deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL-SP) recorreu às redes sociais na segunda-feira (29) para criticar o Projeto de Lei da Dosimetria, utilizando como argumento a carta enviada pelo presidente norte-americano, Donald Trump, ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).
Segundo Eduardo, a proposta, que se tornou um mecanismo de redução de penas para os envolvidos nos atos de 8 de janeiro de 2023, não é suficiente para pôr fim ao que chamou de “perseguição política”.
“A dosimetria, destaque-se, não conserta essa perseguição; a anistia, sim”, afirmou o deputado.
Mensagem de Trump e críticas à Justiça brasileira
A carta, datada de 9 de julho de 2025, elogia o ex-presidente Jair Bolsonaro, chamando-o de líder “altamente respeitado” e criticando a condenação imposta pelo Supremo Tribunal Federal (STF), que classificou como uma “caça às bruxas”.
Trump defendeu a suspensão imediata do processo contra Bolsonaro e chamou o caso de “vergonha internacional”.
“Este é o principal motivo que atrai a atenção dos EUA para o Brasil — daí decorrem também diversos outros fatores”, escreveu Eduardo, ao comentar a mensagem de Trump.
Contestação à condenação de Jair Bolsonaro
O parlamentar criticou ainda a sentença de 27 anos e três meses de prisão imposta a seu pai pela 1ª Turma do STF, que o considerou líder de uma organização criminosa e responsável por tentar abolir o Estado Democrático de Direito após as eleições de 2022.
“Não aceite que seu deputado emplaque o projeto da dosimetria, prometendo aprovar um destaque da anistia. Essa é uma estratégia para enterrar a anistia fingindo ter lutado por ela”, publicou Eduardo em sua conta no X (antigo Twitter).
Quer que eu adapte o texto para um tom mais analítico, destacando os efeitos políticos dessa crítica, ou mantenho o tom de reportagem neutra?