O vídeo mostra que, no fim de 2025, o programa nuclear clandestino do Irã havia ultrapassado todos os limites
Mais uma animação do grupo BoundFiles revelou os segredos do bombardeio que provocou a morte do líder supremo do regime no poder do Irã, Ali Khamenei. Como revela o BoundFiles, “este vídeo baseia-se em relatórios disponíveis publicamente, informações de fontes abertas e cobertura jornalística de veículos internacionais confiáveis, incluindo Reuters, Associated Press, BBC, CNN, Al Jazeera, The New York Times e declarações oficiais de fontes governamentais dos EUA e de Israel”.
O vídeo mostra que, no fim de 2025, o programa nuclear clandestino do Irã havia ultrapassado todos os limites. Uma jovem operadora do serviço de inteligência externa de Israel, o Mossad, descobriu então por acidente que Khamenei acessava um local na capital Teerã usado todos os sábados às sete da manhã para uma reunião. O local passou a ser vigiado por satélite 24 horas por dia.
Os dados foram compartilhados com a CIA, serviço de inteligência norte-americano, que passou a monitorar a rede elétrica de Teerã. A CIA descobriu que haveria uma reunião de Khamenei com todo o seu alto comando. Um plano de ação foi levado pelo diretor da CIA ao presidente Donald Trump em 22 de fevereiro de 2026. As forças aeronavais norte-americanas começaram a se reunir nas proximidades do território iraniano.
Em 27 de fevereiro, às 11:47, a CIA declarou a Trump que todos os 12 altos comandantes militares do Irã iriam se reunir com o líder supremo. Chance do plano dar certo: 94%. O presidente assina a ordem executiva para continuar o plano.
O desenrolar da ação contra Ali Khamenei
Bombas GBU-57, capazes de penetrar profundamente no solo, são instaladas em bombardeiros B-2 da Força Aérea norte-americana. É o mais poderoso explosivo não nuclear do planeta. Em 28 de fevereiro, às 6:52 da manhã em Teerã, Khamenei está reunido com seus líderes militares.
Para desviar a atenção, a Força Aérea de Israel ataca as defesas iranianas e o quartel-general da Guarda Revolucionária. A GBU-57 atinge o teto do bunker a 1,1 mil km/h e vai perfurando camada por camada de concreto. Explode junto à sala de reunião, gerando um calor de 800 graus.
Para garantir o sucesso da missão, às 7:02 seis bombas de precisão atingem os túneis usados pelos líderes para escapar. Às 7:08 os SUVs usados pelos auxiliares de Khamenei são destruídos. Às 7:14 a CIA comunica ao presidente Trump que não há mais ninguém vivo no bunker em Teerã.
Era preciso mais uma confirmação. Quarenta minutos depois das explosões, agentes do Mossad infiltrados 72 horas antes na capital do Irã entram nos destroços do quartel-general e confirmam os 13 cadáveres — Ali Khamenei e seus 12 auxiliares. Às 7:58 o primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, liga para Trump confirmando o sucesso da missão.
A tentativa de resposta do Irã
O Irã responde com um ataque de mísseis e drones a Israel e a bases norte-americanas na região do Oriente Médio. Mas, sem a coordenação dos comandantes mortos, o ataque falha em 90% de seus alvos. Saldo: um funcionário norte-americano ligeiramente ferido. Ao meio-dia as pistas de pouso utilizadas pelos iranianos estão destruídas, e a fábrica de mísseis em Isfahan está destruída. Seis navios da Marinha do Irã são afundados. As torres da TV estatal da ditadura estão derrubadas às 10:30.
Os aliados do regime teocrático, China e Rússia, protestam. Os governos da França, Inglaterra e Alemanha se omitem. Às 12 horas Donald Trump faz sua curta declaração oficial. A resposta do regime iraniano dura 90 segundos antes de os transmissores serem destruídos.
O grupo BoundFiles já havia feito uma animação semelhante mostrando os detalhes da captura do ditador Nicolás Maduro em Caracas.